Capítulo 59
No ano 1750, o reverendo Griffith Hughes, reitor de St. a Lucy, em
Barbados, publicou a História Natural dele daquela ilha. Ele levou um
oportunidade, no curso disto, de se deitar aberto ao mundo o
situação miserável dos africanos pobres, e o desperdício deles por duro
labute e outros meios cruéis, e ele teve a generosidade para vindicar
as capacidades deles/delas do custo que eles que os segurou em escravidão
trazido contra eles, como uma justificação da própria maldade deles/delas em
continuando os privando dos direitos de homens.
Edmund Burke, na conta dele das determinações européias, (para este trabalho
normalmente é atribuído a ele,) reclama "que o Negroes em nosso
colônias suportam uma escravidão mais completo, e assistiu com distante pior
circunstâncias, que o que qualquer pessoas na condição deles/delas sofre, em qualquer,
outra parte do mundo, ou sofreu em qualquer outro período de tempo.
Provas disto não estão ausentes. O desperdício prodigioso que nós
experimente nesta parte infeliz de nossas espécies, é um cheio e melancólico
evidência desta verdade." E ele vai em aconselhar os plantadores, para o
causa do próprio interesse deles/delas, se comportar como homens bons, mestres bons, e
cristãos bons, e impor menos labutam nos escravos deles/delas, e para
lhes dê recreação em alguns dos festivais principais, e instruir
eles em religião, como certos preventivo da diminuição deles/delas.
Um autor anônimo de um folheto, intitulou, _An Essay em Vindicação de
as Colônias Continentais de America_, parece ter avançado próximo.
Falando lá de escravidão, ele diz, "está chocando a humanidade,
violative de todo sentimento generoso, detestável totalmente do
Religião Cristã.--Não pode haver uma máxima mais perigosa que isso
necessidade é um argumento para injustiça, para quem fixará o grau disto
necessidade? Que vilão tão cruel, que pode não urgir esta desculpa, ou,
como o Milton expressou isto felizmente,
E com necessidade,
O argumento do tirano, desculpe a ação diabólica dele?