Capítulo 71
E tudo deveriam chorar, Se precava! Se precava!
Os olhos flamejando dele, o cabelo flutuante dele! 50
Teça um círculo o arredonde muito,
E fecha seus olhos com medo santo,
Porque ele em hath de mel-orvalho alimentado,
E bêbado o leite de Paraíso.
AMOR
Todos os pensamentos, todas as paixões, todas as delícias,,
Qualquer mexe esta armação mortal,
Tudo são mas auxiliam de Amor,
E alimenta a chama sagrada dele.
Oft em meus sonhos se despertando fazem eu 5
O'er ao vivo novamente aquela hora feliz,
Quando a meio caminho no monte eu me deito,
Ao lado da torre arruinada.
A bebida alcoólica, roubando o'er a cena,,
Tinha misturado com as luzes de véspera; 10
E ela estava lá, minha esperança, minha alegria,,
Meu próprio querido Genevieve!
Ela leant contra o homem armado,
A estátua do cavaleiro armado;
Ela estava de pé e escutou minha posição, 15,
Entre a luz prolongada.
Poucos se entristece hath ela dela próprio.
Minha esperança! minha alegria! meu Genevieve!
Ela me, whene'er que eu canto, ama melhor
As canções que a fazem afligem. 20
Eu joguei um ar macio e doloroso,
Eu cantei uma história velha e comovente--
Uma canção rude velha que vestiu bem
Aquela ruína selvagem e grisalho.
Ela escutou com um rubor de flitting, 25,
Com olhos abatidos e graça modesta;
Para bem ela soube, eu não pude escolher
Mas contempla na face dela.
Eu lhe contei o Cavaleiro que usou
Na proteção dele uma marca ardente; 30
E que durante dez anos longos galanteou ele
A Senhora da Terra.
Eu lhe falei como ele ansiou: e ah!
O fundo, o baixo, o tom de contestação
Com que eu cantei amor, 35, por outro
Interpretado meu próprio.
Ela escutou com um rubor de flitting,
Com olhos abatidos, e graça modesta
E ela me perdoou, que eu contemplei
Muito ternamente na face dela! 40
Mas quando eu contei o desprezo cruel
Aquele louco aquele tipo negrito e o Cavaleiro adorável,