Rev. W. Lucas Collins
Capítulo 30
homens perceberam então, a iminência do perigo público, pode reconciliar
o processo sumário adotado pelo cônsul com nossas noções inglesas de calma
e justiça deliberada. Da culpa dos homens não havia nenhuma dúvida; a maioria
deles até mesmo admitiu isto. Mas não havia nenhuma tentativa formal; e alguns horas
depois que um voto de morte tivesse sido passado neles em um Senado vacilante,
Lentulus e Cethegus, dois sócios daquele corpo respeitável, com três de
os companheiros deles/delas em culpa, foi trazido dos lugares separados deles/delas de
prisão, com algum grau de segredo (como se aparece de diferente
escritores), levou abaixo nas prisão-abóbadas escuras do Tullianum,[1]
e lá quietamente estrangulou, pela autoridade exclusiva do cônsul.
Inquestionavelmente eles mereceram morte, se já os criminosos políticos merecessem
isto: as vidas e liberdades de cidadãos bons estavam em perigo; era
necessário golpear profundamente e golpear rapidamente a uma conspiração que estendeu
nenhum homem soube como amplamente, e em qual os homens gostam o Julius Caesar e Crassus
foi suspeitado fortemente de ser comprometido. Os cônsuis tinham estado armados com
poderes extra-constitucionais, carregados por resolução especial do Senado,
na fórmula inclusiva que eles "eram olhar a isto que o estado
não sofrido nenhum dano." Ainda, sem indo tão distante sobre chamada isto
unexampled procedendo, como o crítico alemão que Mommsen faz, "um ato do
tirania mais brutal", é fácil entender como Sr. Forsyth, trazendo,
uma calma e julgamento legal imparcial para agüentar no caso, acha isto
impossível reconciliar isto com nossas idéias de dignificaram e até-deram
justiça. [2] era o instinto precipitado de auto-preservação, o ato de
um governo fraco incerto de seus mesmos amigos, debaixo da influência de
terror--um terror para qual, nenhuma dúvida, havia chãos abundantes. Quando
Cicero se levantou nos passos de prisão onde ele tinha esperado receber o
relatório desses dentro que estavam fazendo trabalho seguro com os prisioneiros, e