Capítulo 45
no final das contas, ele não poderia ver nenhuma necessidade por compensação. Ele acreditou, no
outra mão, que os plantadores seriam grande gainers por esse saudável
regulamentos que lhes obrigariam que fizessem, se o Escravo-comércio fosse
abolido. Ele não os lisonjeou porém com a idéia que este ganho
seria imediato. Talvez eles poderiam experimentar incomoda no princípio,
e até mesmo alguma perda. Mas o que então? Com a perda deles/delas, estaria a virtude deles/delas
o maior. E nesta luz esperou ele que a casa considerasse o
assunto; para, se eles fossem chamados para fazer um ato de energia virtuosa e
heroísmo, eles deveriam pensar isto direito para submeter a desvantagens temporárias
por causa de verdade, justiça, humanidade, e o prospecto de maior
felicidade.
O outro sócio, Sr. Gascoyne, tinha dito, que os componentes dele, se o
comércio foi abolido, não pôde empregar os capitais deles/delas em outro lugar. Mas
se eles puderam ou não, era o dever daquela casa, se eles os pusessem
em um tráfico que estava chocando a humanidade e infame para o
nação, mudar a aplicação deles/delas, e não lhes permitir ser usado um
propósito bárbaro. Porém, ele acreditou que os comerciantes de Liverpool
não acharia nenhuma dificuldade nesta cabeça. Todos os capitais requereram movimento ativo.
Estava na natureza deles/delas não permanecer passivo e desempregado. Eles vão
logo os se transforme em outros canais. Isto eles tinham se feito durante
a guerra americana; para o Escravo-comércio estava então quase completamente perdido, e
ainda eles tiveram os navios deles/delas empregados, ou como transportes no serviço,
de Governo, ou de outros modos.
E como ele chamou a casa agora para não permitir nenhuma perda conjetural para
se torne impedimentos do modo da abolição do Escravo-comércio, assim ele
os chamado se precaver como eles sofreram qualquer representação do
felicidade do estado de escravidão em nossas ilhas para os influenciar contra
tão glorioso uma medida. Almirante Barrington tinha dito no testemunho dele que