Capítulo 2
Nos 30º de junho, 1921, no _Times_ Em coluna de Memória lá
era uma entrada:--
"Para a memória eterna de oficiais, os oficiais non-comissionados e
homens dos 9º e 10º batalhões do K.O.Y.L.I. [1] foram matados que
no ataque em Fricourt na primeira batalha do Somme"; e debaixo disto
lá foi colocado estas palavras esplêndidas:--
"Cavalheiros, quando os elevadores de barragem."
Em fevereiro de 1913 notícias chegaram a Inglaterra da morte, depois de alcançar,
o polonês de Sul, de quatro exploradors, Capitão Scott, o líder deles/delas,,
entre eles.
Logo antes o fim, Capitão Oates, um homem de fortuna que uniu o
expedição de puro amor de aventura, sabendo que o desamparo dele
com pés congelados estava retardando a marcha desesperada dos outros
para o navio deles/delas, rosa para cima e tropeçou fora da barraca em um
temporal furioso, dizendo, "eu ouso diz que eu estarei fora algum tempo."
Isto grandemente foi dito. O corpo dele nunca foi achado; mas a festa de salvamento
que descobriu a barraca depois com os outros morto nisto, ponha para cima um
cairn no desperdício desolado de neve com esta inscrição:--
"Por aqui morto um cavalheiro muito galante, Capitão L.E.G. Gates,
Dragões de Inniskilling que, no retorno deles/delas do polonês em
Março, 1912, entrou de boa vontade à morte dele em um temporal tentar
e salva os camaradas dele atacados com sofrimento."
Tudo isso eram terminados, disseram, e escritos, mesmo nobly por tudo interessados.
Em St. a Catedral de Paul lá mentiras uma efígie encostada de Gordon Geral,
que deu a vida dele para o honour de Inglaterra a Khartoum, e nisto
é engraven estas palavras:--
"Ele deu a força dele para o fraco, a substância dele para o pobre, seu
condolência para o sofrimento, o coração dele para Deus."
Nem sequer a concisão concentrada de latim não pode ultrapassar estes
exemplos do poder das orações de inglês mais simples e mais curtas
penetrar ao coração.
Inglês pode ser usado, por esses que dominam isto como um órgão de expressão,
carregar emoção funda debaixo de controle perfeito, que o qual nada é