Capítulo 33
avanços agora, ele se acha entrando em
um estado de florescer, onde todo broto que
abre lançamentos fora seus vários raios ou pétalas. Se
ele é exercitar o presente novo dele, ele tem que usar isto
em seu caráter de dois-dobra. Ele acha nele
o poder para falar na presença do
mestres; em outro palavra, ele tem o direito para
contato de demanda com o elemento de divinest de
aquele estado de consciência na qual ele tem
entrado. Mas ele se acha compelido, por
a natureza da posição dele, agir de dois modos,
ao mesmo tempo. Ele não pode enviar a voz dele para cima
para as alturas onde sentam os deuses cultive ele tem
penetrado para os lugares fundos onde a luz deles/delas
brilhos não. Ele veio dentro do aperto
de uma lei férrea. Se ele exige se tornar um
neófito, ele se torna um criado imediatamente. Ainda
o serviço dele é sublime, se só do caráter
desses que compartilham isto. Para os mestres
também é os criados; eles servem e reivindicam o deles/delas
recompense depois. Parte do serviço deles/delas é
deixe o conhecimento deles/delas o tocar; o primeiro ato dele de
serviço é dar algum daquele conhecimento para
esses que ainda não são ajustados para estar de pé onde ele
postos. Esta é nenhuma decisão arbitrária, feita por,
qualquer mestre ou professor ou qualquer tal pessoa, porém,
divino. É uma lei daquela vida que o
discípulo entrou em.
Então era isto escrito na entrada interna
dos chalés da velha Fraternidade egípcia,
"o trabalhador é merecedor da contratação dele." "Pergunte
e ye terão", parece algo também
fácil e simples ser acreditável. Mas o discípulo
não pode perguntar no senso místico em qual o
palavra é usada neste scripture até que ele tem
atingido o poder de ajudar outros.
Por que isto é? Tem a declaração muito dogmático
um som?
É isto muito dogmático dizer que um homem deve
tem posição segura antes de ele pudesse pular? A posição
é o mesmo. Se ajuda é determinada, se trabalho é
terminado, então há uma reivindicação atual--não isso que
nós chamamos reivindicação pessoal de pagamento, mas o