Capítulo 34
reivindicação de co-natureza. O divino dê, eles
demanda que você também dará antes de você
pode ser da família deles/delas.
Esta lei é descoberta assim que o discípulo
empreende falar. Para fala é um presente
que só vem ao discípulo de poder e
conhecimento. O espiritualista entra o psíquico-astral
mundo, mas ele não acha lá
certa fala, a menos que ele reivindique isto imediatamente e
continua fazendo assim. Se ele está interessado em "fenômenos,"
ou a mera circunstância e acidente
então de vida astral, ele entra em nenhum raio direto
de pensamento ou pretende, ele somente existe e
se diverte na vida astral como tem ele
existido e se divertiu na vida física.
Certamente há uma ou duas lições simples
o qual o psíquico-astral pode o, há pouco, ensinar
como lá são lições simples que material e
vida intelectual o ensina. E estas lições
tenha que ser aprendido; o homem para que propõe
entre na vida do discípulo sem ter
aprendido as lições cedo e simples devem
sempre sofra da ignorância dele. Eles são
vital, e tem que ser estudado de uma maneira vital;
experimentado por e por, em cima de e
em cima de novamente, de forma que cada parte da natureza tem
sido penetrado por eles.
Devolver. Reivindicando o poder de fala,
como é chamado, o Neófito chora fora para o
Grande de que se levanta dianteiro no raio
conhecimento no qual ele entrou, dar,
ele orientação. Quando ele fizer isto, a voz dele é
lançado atrás pelo poder que ele se aproximou,
e ecos até os intervalos fundos de humano
ignorância. Em alguns maneira confusa e borrada
as notícias que hão conhecimento e um
poder beneficente que ensina é levado
tantos homens quanto escutará isto. Nenhum discípulo
pode cruzar o limiar sem comunicar
estas notícias, e colocando isto em registro em alguns
moda ou outro.
Ele se levanta horrorizado ao pretérito imperfeito
e maneira desprevenida na qual ele fez
isto; e então vem o desejo para fazer bem isto,
e assim com o desejo vem ajudar outros
o poder. Para isto é um puro desejo, isto que
o descobre; ele não pode ganhar nenhum crédito, não