Capítulo 47
CAPÍTULO EU
A PROCURA PARA PRAZER
EU
Nós somos tudo se familiarizados com aquela coisa de popa
miséria chamada que procura o homem e estranhamente
bastante, como parece no princípio, o procura com
nenhum método vago ou incerto, mas com um positivo
e persistência irrompível. Sua presença é
não absolutamente contínuo, outro o homem tem que cessar
viver; mas sua persistência está sem qualquer fratura.
Sempre há a forma sombria de desespero
se levantando atrás de homem pronto o tocar com
seu dedo terrível se para muito longo ele acha
ele conteúdo. O que deu este horrível
amolde o direito para nos assombrar da hora nós
nasce até a hora que nós morremos? O que tem
dado isto o direito para sempre se levantar a nossa porta,
mantendo aquela porta entreaberto com seu impalpável contudo
claramente mão horrível, pronto entrar ao
momento vê ajuste? O maior filósofo
que já viveu sucumbe afinal antes disto; e
ele só é um filósofo, em qualquer senso são que
reconhece o fato que é irresistível, e
sabe que como todos os outros homens tem que sofrer ele
logo ou tarde. Faz parte da herança de homens,
esta dor e angústia; e ele que determina
que nada o fará sofrer, faz mas
o encapote em um egoísmo profundo e frio.
Este capote pode o proteger de dor, isto,
também o separará de prazer. Se paz
será achado em terra, ou qualquer alegria em vida, isto
não pode estar fechando os portões de sentir,
que nos admitem ao mais alto e mais vívido
parte de nossa existência. Sensação, como obtemos nós
isto pelo corpo físico, nos dispõe tudo aquilo
nos induz viver naquela forma. É inconcebível
que qualquer homem se preocuparia levar o
dificuldade de respirar, a menos que o ato trouxesse
com isto um senso de satisfação. Assim é com
toda ação de todo momento de nossa vida. Nós
ao vivo porque é até mesmo agradável para ter o
sensação de dor. É sensação que nós desejamos,
outro nós vamos com um gosto de acordo do fundo
águas de oblivion, e a raça humana vai
fique extinto. Se este é o caso dentro o