Capítulo 74
se aparece como medicina, como uma faca, como um
arma, como um veneno, em troca. É um instrumento,
uma coisa que é usada, evidentemente. O que
nós desejamos descobrir é, que é o usuário; o que
parte de nós mesmos é isto isso exige o
presença desta coisa tão odioso ao resto?
Medicina é usada pelo médico, a faca,
pelo cirurgião; mas a arma de destruição
é usado pelo inimigo, o hater.
É isto, então, que nós não só usamos meios,
ou deseja usar meios, para o benefício de nosso
almas, mas que também nós empreendemos guerra dentro
nós mesmos, e batalha no santuário interno?
Pareceria assim; para isto é certo que se homem
vá relaxado com respeito a isto ele vai nenhum
mais muito tempo retenha vida naquele estado em qual dor
existe. Por que ele deseja a própria lesão dele?
A resposta pode parecer ser à primeira vista
que ele deseja prazer principalmente, e assim é
continuará naquele campo de batalha onde
empreende guerra com dor para a posse de
ele, sempre esperando aquele prazer ganharão o
vitória e o leva casa para ela. Isto é
mas o aspecto externo do estado do homem. Em
ele ele sabe bem aquela dor é co-regra
com prazer, e que entretanto os salários de guerra
sempre nunca será ganho. O superficial
observador conclui aquele homem submete o
inevitável. Mas isso não é uma falácia merecedor
de discussão. Espetáculos de pensamento um pequeno sérios
nós que o homem não existe nada exclua por
exercício das qualidades positivas dele; é mas
lógico supor que ele escolhe o estado
ele viverá dentro pelo exercício desse mesmo
qualidades.
Concedido, então, por causa de nosso argumento,
que ele deseja dor, por que é isto que ele
desejos qualquer coisa que aborrece assim a ele?
II
Se nós consideramos a constituição cuidadosamente de
o homem e suas tendências, pareceria como se
havia duas direções definidas em qual ele
cresce. Ele está como uma árvore que golpeia suas raízes
no chão enquanto vomita jovem
filiais para os céus. Estas duas linhas
que vão externos do central pessoal