Capítulo 88
margem daquela consciência que é profunda
paz e atividade vital. Pode o levar não
mais adiante. Mas se ele alcançou sua margem ele
é livrado do domínio vil do próprio dele
ego. Isso é a primeira grande liberação. Olhe a
os sofrimentos dos quais nos descobrem nosso
experiência estreita e limitada e condolência.
Nós cada posto bastante só, uma unidade solitária, um
pigmeu no mundo. Que fortuna boa pode
nós esperamos? A grande vida das pressas mundiais
por, e nós estamos em perigo cada momento que
nos subjugará ou igualará totalmente nos destrua.
Há nenhuma defesa a ser oferecida a isto; não
exército de oposição pode ser montado, porque nisto
vida todo homem luta a própria batalha dele contra
todo outro homem, e nenhum dois pode ser unido
debaixo da mesma bandeira. Há só um modo
de fuga deste perigo terrível que nós
lute contra todas as horas. Se fique redondo, e
em vez de se levantar contra as forças, una
eles; se torne a pessoa com Natureza, e vá facilmente
no caminho dela. Não resista ou se ressinta o
circunstâncias de vida qualquer mais que as plantas
apresente a chuva e o vento. Então de repente,
a seu próprio assombro, acha você você tem
tempo e força para poupar, usar dentro o grande
batalha que é inevitável todo homem deve
fight,--que nele, que para qual conduz
a própria conquista dele.
Alguns poderiam dizer, para a própria destruição dele.
E por que? Porque da hora quando ele
primeiro gostos a realidade esplêndida de viver ele
esquece do ego de indivíduo dele cada vez mais. Não
mais muito tempo ele luta para isto, ou descaroça sua força
contra a força de outros. Já não faz
ele se preocupa defender ou alimentar isto. Ainda quando
ele é assim indiferente a seu bem-estar, o indivíduo,
mesmo cresce mais robusto e robusto,
como as gramas de pradaria e as árvores de untrodden
florestas. É uma questão de indiferença para
ele se isto é assim ou não. Só, se é assim,
ele tem um instrumento bom pronto para a mão dele; e
em proporção devida para a perfeição seu
indiferença para isto é a força e beleza