Capítulo 55
empreenderá declarar; postulando que eles são considerados muito obscureça
e difícil até mesmo pelos comentaristas chineses.
O TAO (Segundo. 1) é o inominável, e é a origem de céu e terra. Como
que que pode ser nomeado, é a mãe de todas as coisas. Estes dois são
essencialmente um. Ser e não-ser são de um ao outro (Segundo. 2). O
Tao está vazio mas inesgotável (Segundo. 4), é puro, é profundo, e estava antes
os Deuses. É invisível, não o objeto de percepção, devolve em
não-sendo (Sec.Sec. 14, 40). É vago, confuso, e obscurece (Segundo. 25, 21). Isto
é pequeno e forte, universalmente apresente, e todos os seres devolvem nisto
(Segundo. 32). Está sem desejos, grande (Segundo. 34). Todas as coisas nascem de ser,
ser é de não-ser (Segundo. 40).
Destes e declarações semelhantes se apareceria que a filosofia de
o Tao-te-rei é isso de ser absoluto, ou a identidade de ser e
não-sendo. Neste ponto se antecipou o Hegel antes das vinte e três
séculos. [18] ensina que o absoluto é a fonte de ser e de
não-sendo. Ser é essência, enquanto não-ser é existência. O primeiro é o
noumenal, o último o fenomenal.'
Como ser é a fonte de não-ser (Segundo. 40), identificando o ego da pessoa com
sendo a pessoa atinge a tudo aquilo está não-sendo, i.e. para tudo aquilo existe.
Então, ao invés de apontar a adquirir conhecimento, o homem sábio evita
isto: em vez de agir, ele recusa agir. "Ele alimenta a mente dele com um modo
passividade." (Segundo. 16.) "_Not para act_ é a fonte de todo o poder", é um
tese continuamente presente para a mente de Lao (Sec.Sec. 3, 23, 38,43,48, 63).
O homem sábio está como água (Sec.Sec. 8, 78) que parece fraco e é forte;
quais rendimentos, busca o mais baixo lugar que parece a coisa mais macia e
fraturas a coisa mais dura. Ser sábio têm que renunciar sabedoria, ser bom,
a pessoa tem que renunciar justiça e humanidade, ser aprendidos a pessoa têm que renunciar
conhecimento (Sec.Sec. 19, 20, 45), e não tem que ter nenhum desejo (Sec.Sec. 8, 22), deva