Capítulo 20
estava neste estado de incertitude e confusão, quando, alguns anos atrás,
ocasião tendo para examinar estes documentos velhos minuciosamente, eu descobri em
o mais velho deles uma frase em português que, curiosamente bastante, teve
escapado a notificação de todos os críticos instruídos que tinham feito um especial
estude deste espécime cedo de cartografia.
A frase que eu tinha descoberto, "_Anda ne barcha_", ou "Nenhum barco vai aqui,"
situado como está no Golfo de Carpentaria, teve, em minha mente, um mesmo
grande significação, desde isto não só prova a origem portuguesa do
desenhe, mas também a autenticidade da descoberta fez dentro que como isto
mostrou que os descobridores estavam completamente atentos do shallowness do
molhe fora esta parte da costa de Austrália.
Deve ser admitido porém, que no quadro original o náutico
frase "_Anda ne barcha_", pode recorrer à dificuldade de navegar o
dilema entre a Java e Bali, ou o um entre Bali e Lomboc.
Quando eu digo que esta frase prova a origem portuguesa do quadro, eu,
não pretenda carregar a idéia que eu aceitei isto, lá e então, como um
prova de origem portuguesa, mas eu levei isto bastante como uma pista, para o
significando dessas palavras não tinham sido evidentemente compreendidos pelo copista,
desde que ele tinha os deixado na forma original deles/delas, em vez de traduzir,
eles em francês, e tinha os confundido com os nomes de duas ilhas.
Esta pista me levou a fazer um estudo especial de toda palavra no quadro que
tinha provado tão interessante, o resultado que é que eu vim à conclusão
que as costas ocidentais de Austrália tinham sido garantidas pelo
Português, considerando que as costas orientais que caíram dentro do hemisfério
dividido aos espanhóis, tinha sido descoberto e tinha sido desenhado por eles.
Se nós levamos para concedeu--e eu penso que nós podemos--que estes quadros são
inquestionavelmente de português e origem espanhola, o próximo ponto de
importância que pede nossa atenção relaciona o estranho
configuração, ou, ser mais preciso, a distorção estranha que tudo