Capítulo 30
6. MODIFICAÇÃO NA REALIDADE.
Argumentando em teoria assim, a mente não pode parar com falta de um
extremo, porque tem que negociar com um extremo, com um conflito de
forças deixaram a eles, e obedecendo nenhum outro mas o próprio deles/delas interno
leis. Se nós deveríamos buscar deduzir da pura concepção de Guerra um
ponto absoluto para a pontaria que nós proporemos e para os meios
o qual nós aplicaremos, esta ação recíproca constante nos envolveria
em extremes que estaria nada mais que um jogo de idéias produzido por um
trem quase invisível de sutilezas lógicas. Se, aderindo de perto para
o absoluto, nós tentamos evitar todas as dificuldades por um golpe da caneta,
e insiste com exatidão lógica que em todo caso o extremo deva
seja o objeto, e o esforço extremo deve ser mostrado naquela direção,
tal um golpe da caneta seria uma mera lei de papel, não por qualquer meios,
adaptado para o real mundo.
Supondo esta tensão extrema de forças até mesmo era um absoluto o qual
poderia ser averiguado facilmente, ainda nós temos que admitir que a mente humana
se submeteria quase não a este tipo de quimera lógica. Lá
estaria em muitos casos um desperdício desnecessário de poder no qual seria
oposição para outros princípios de statecraft; um esforço de Will vai
seja requerido desproporcionado ao objeto proposto que então isto
seria impossível perceber, para o testamento humano não derive seu
impulso de sutilezas lógicas.
Mas tudo leva uma forma diferente quando nós passarmos de abstrações para
realidade. No anterior, tudo deve estar sujeito a otimismo, e nós
tem que imaginar o um lado como também o outro se esforçando depois de perfeição
e atingindo isto até mesmo. Isto já acontecerá em realidade? Vai se,
(1) guerra se torna um ato completamente isolado que surge de repente e é
de nenhuma maneira conectado com a história prévia dos Estados lutadores.
(2) se é limitado a uma única solução, ou para vários simultâneo
soluções.
(3) se contém dentro de si mesmo a solução perfeito e completa,