Capítulo 34
meras concepções, mas os Estados individuais e Governos, uma vez a Guerra,
é nenhum mais longo um ideal, mas um procedimento significativo definido, então o
realidade fornecerá os dados para computar as quantidades desconhecidas que
é exigido ser achado.
Do caráter, as medidas, a situação do adversário,,
e as relações com que ele é rodeado, cada lado puxará
conclusões pela lei de probabilidade sobre os desígnios do outro,
e age adequadamente.
11. O OBJETO POLÍTICO REAPARECE AGORA.
Aqui a pergunta na qual nós tínhamos colocado forças novamente isto de lado
consideração (veja Nenhum. 2), viz., o objeto político da Guerra. O
lei do extremo, a visão para desarmar o adversário, subverter,
ele, tem hitherto até certo ponto usurpado o lugar deste fim ou
objeto. Da mesma maneira que esta lei perde sua força, o político tem que vir novamente
adiante. Se a consideração inteira é um cálculo de probabilidade
baseado nas pessoas definidas e relações, então o objeto político,
sendo o motivo original, deve ser um fator essencial no produto.
O menor o sacrifício que nós exigimos de nosso, o menor, pode ser
esperado, será os meios de resistência que ele empregará; mas o
menor a preparação dele, o testamento menor os nossos exigem ser. Mais adiante,
o menor nosso objeto político, o menos que valor deve que nós fixamos nisto,
e o mais facilmente deva nós sejamos induzidos para deixar isto completamente.
Então, assim o objeto político, como o motivo original do
Guerra, será o padrão por determinar ambos a pontaria do exército
força e também a quantia de esforço ser feito. Isto no que não pode ser
isto, mas é assim em relação a ambos os Estados agressivos, porque
nós nos preocupamos com realidades, não com meras abstrações. Um e
o mesmo objeto político pode produzir efeitos totalmente diferentes em
pessoas diferentes, ou até mesmo nas mesmas pessoas a tempos diferentes;
então, nós podemos admitir só o objeto político como a medida, por