Biographia Epistolaris, Volume 1.

Samuel Taylor Coleridge

Capítulo 43

tenha diariamente. Conceba o que eu deveria ter estado às quatorze;  Eu estava dentro um
baixa febre ininterrupta. Meu ser inteiro era, com olhos fechados todo
objeto de senso presente, se derrubar em um comer ensolarado, e
leia, leia, read,--fantasia eu na ilha de Robinson Crusoe, achando um
montanha de ameixa-bolo, e comendo um quarto para mim, e comendo isto então
nas formas de mesas e cadeiras--fome e fantasia!"--"Meus talentos
e superioridade", ele continua, me "fez para sempre à cabeça dentro meu
rotina de estudo, entretanto totalmente sem o desejo para ser assim;  sem um
faísca de ambição;  e sobre emulação, não teve nenhum significado para mim;  mas
a diferença entre eu e meus forma-companheiros, em nossas lições e
exercícios, não agüente nenhuma proporção à diferença de measureless entre mim
e eles no largo, selvagem, selva de inútil, livro de unarranged
conhecimento e pensamentos de livro. Agradeça Céu! não era a idade para
se levantando prodígios;  mas às doze ou quatorze eu deveria ter feito como
bonito um prodígio juvenil como já foi castrado e arruinou por aficionado e
wonderment inativo. Agradeça Céu! Eu fui açoitado em vez de ser lisonjeado.
Porém, como eu subi a escola, meu lote foi aliviado um pouco."





CAPÍTULO II



CAMBRIDGE E PANTISOCRACY


(1791 a 1795)


  Volte em memória, como como tu wert na dia-primavera de thy
  fantasias, com Esperança como uma coluna ígnea antes de thee--o pilar escuro
  não contudo virou--o Samuel Alfaiate Coleridge--Logician, Metafísico,,
  Bardo!--


S. T. Coleridge entrou em Jesus College, Cambridge, os 5º de
Fevereiro, 1791. [Ele não entrou em residência até 1791 de outubro.]

Os poemas ele escreveu sobre este tempo e durante a primeira férias dele a
Faculdade é bastante convencional, e dá poucas indicações do futuro dele
manipulação esperta de verso. O "Problema Matemático" dele enviou ao irmão dele
George, é um pedaço de tolice divertida, mas a carta que acompanha isto é
muito melhor que o verso. Lê como segue:

CARTA 6. PARA GEORGE COLERIDGE, COM UM POEMA INTITULADO "UM MATEMÁTICO
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