Capítulo 73
olhos largo-abertos, apavorados. Ela fez nenhum esforço para lhe responder. Ela era incapaz de fala. "O que disse eu?" Pauline repetido. Ela se levantou e veio perto de Senhorita Merivale, se ajoelhando ao lado dela. "Você está bravo comigo. Eu você. É isto possível aquele Rhoda é sua sobrinha, e que você não a quer conhecer isto? Mas você tem que confiar em mim. Por favor confie em mim, Senhorita Merivale." Senhorita Merivale pôs a mão dela até os olhos dela. Ela falou em uma voz atordoada. As palavras de Pauline tinham rasgado de repente fora o véu que tinha escondido o significando da própria conduta dela dela. "Sim, Rhoda é minha sobrinha", ela disse. "Ela é o pequena menina de meu monja Lydia. O que lhe fez suposição isto?" Pauline foi surpreendido ligeiramente a esta fala de Senhorita Merivale. Ela não tinha esperado que ela admitisse a verdade tão prontamente. "Senhorita Merivale, você, tem que confiar em mim", ela disse em uma baixa, ansiosa voz. "Eu entendo exatamente por que você quer isto para ser um segredo. Ninguém já conhecerá de mim." Senhorita Merivale empurrou a cadeira dela atrás, enquanto se livrando do toque de As mãos de Pauline. Um choque de repulsão tinha passado por ela. "Será nenhum secreto depois de para-dia", ela disse dentro o mesmo atordoado, pesado voz. "Eu falarei para o Tom esta tarde. Eu deveria lhe ter falado antes." Tom entrou casa tarde na tarde. Ele esperou achar que a tia dele e as meninas tidas tudo para os bosques de Bingley, e ele só foi para a casa para mude a equitação dele calça as botas antes de ir os conhecer. Ele atravessou o arcada na cerca viva de teixo, marcando com oferta, olhos felizes a mancha exata onde Rhoda tinha estado aquela manhã enquanto eles falaram junto. Os pés dele demorado um pequeno como ele abaixou o caminho de relva para a casa. Tudo no jardim falou com ele de Rhoda, e estava no jardim que ele tinha visto o primeiro dela. Ele passou pela janela aberta da biblioteca e pelo corredor. Como ele
| Prev | Índices | Next |