Capítulo 78
Não havia nenhuma ajuda por isto mas aceitar o desafio. Mesmo
delicadamente, com muitas palavras preparatórias para qual o outro
escutado em silêncio irrompível, Sr. Brock veio pouco a pouco
mais próximo e mais próximo ao ponto. Longo antes de ele realmente tivesse alcançado
isto--longo antes de um homem de sensibilidade mais ordinária vá
sentiu o que estava vindo--Solstício de inverno de Ozias ficava parado dentro o
pista, e falou para o reitor do que ele precisa diga nenhum mais.
"Eu entendo você, senhor", disse o porteiro. "Sr. Armadale tem um
posição averiguada no mundo; Sr. Armadale não tem nada para
esconda, e nada para estar envergonhado de. Eu concordo com você que eu sou
não um companheiro de ajuste para ele. O melhor retorno que eu posso trazer dele
bondade é presumir nisto nenhum mais longo. Você pode depender em meu
partindo esta manhã de para-amanhã de lugar."
Ele não falou nenhuma palavra mais; ele não ouviria nenhuma palavra mais. Com um
autocontrole que, aos anos dele e com o temperamento dele, era
nada menos que maravilhoso, ele civilly tiraram o chapéu dele, se curvou,
e voltou à hospedaria por ele
Sr. Brock dormiu aquela noite mal. O assunto da entrevista em
a pista tinha feito para o problema de Solstício de inverno de Ozias um problema mais duro
resolver que já.
Cedo a manhã que vem da que uma carta foi trazida ao reitor
a hospedaria, e o mensageiro anunciou que o cavalheiro estranho
tinha levado a partida dele. A carta incluiu uma nota aberta
se dirigido a Allan, e pediu para o tutor de Allan (depois de primeiro
se lendo para isto) para adiante isto ou não à própria sola dele
discrição. A nota era um startlingly curto; começou e
terminado em uma dúzia de palavras: "Não culpe Sr. Brock; Sr. Brock é
direito. Obrigado, e bom-por.--O. M."
O reitor remeteu a nota a seu próprio destino, como um
importe claro que, e enviou alguns linhas a Sra. Armadale ao
mesmo tempo para aquietar a ansiedade dela pelas notícias do porteiro
partida. Este terminado, ele esperou a visita do aluno dele que