Capítulo 4
Igreja Unitária que adora em Rua de Compra, em Boston, e
fielmente cumprido os deveres dele. Acima de tudo coisas a cabeça dele e coração
retidão buscada para todos os homens. Ele acreditou na justiça de Deus e
a natureza divina de homem a melhor criação dele. Ele acreditou que o homem foi
envolvido em um labirinto social complicado e un-cristão, e com
seriedade funda de propósito e convicções completas do pessoal dele
dever no caso, o fixe no trabalho evoluir um modo para desembaraçar a
menos alguma de humanidade dos ambientes viciosos deles/delas; e finalmente
proposto ao Clube um plano que ele urgiu com o vigor habitual dele e
eloqüência.
Em resumo, este plano era localizar em uma fazenda onde agricultura e
educação deveria ser feita a fundação de um sistema novo de vida social.
Trabalho deveria ser honrado. Tudo levariam parte nisto. Deveria haver nenhum
credos religiosos adotaram. O velho, fraco e doente se preocuparia
para, o agüentando forte e capaz o maior fardo do trabalho. Lá
seria nenhum grau, intitular o dono disto a considerações superiores,
por causa do grau; e verdade, justiça e ordem eram ser o
princípios administrativos da sociedade.
Os teólogos e filósofos de Europa, com de quem escritas e
lógica que Sr. Ripley se familiarizou bem, tinha o impressionado com a verdade
da divindade da natureza de homem, ou tinha o convencido mais completamente
que as próprias idéias dele disto eram certas. Ele tinha lutado progressivamente com
gigantes conservadores, professores de faculdades--notavelmente Andrews Norton--
e tinha ganho loureiros bem-ganhados. Norton era a professora de sagrado
literatura em Harvard, um dos próprios professores dele, dezesseis anos seu
sênior, e fez uma observação que os milagres de Cristo e as escritas
do evangelho eram as únicas provas seguras que existem de verdades espirituais.
A filosofia Transcendental para a qual Sr. Ripley tinha se tornado um convertido,
reivindicou que havia em natureza humana uma faculdade intuitiva que