Capítulo 43
em um crime.
Ela estava se levantando a minha escrever-mesa, e tinha terminado de há pouco amarrar
junto as páginas soltas de meu manuscrito que teve hitherto se deitaram
disconnectedly em uma gaveta. Havia uma bola principal em algum lugar para qual
ela ia aquela noite. O vestido que ela usou era de crepe azul pálido
(o colour de favourite de meu pai, no dela). Uma flor branca foi colocada dentro
o cabelo marrom claro dela. Ela se levantou dentro da luz fixa macia de meu
abajur, observando para a porta das folhas ela há pouco tinha amarrado
junto. A figura de desprezo dela se apareceu mais leve que habitual, no
material delicado que agora vestiu isto. A aparência dela era a seu
mais pálido: a face dela olhou quase estátua-como em sua pureza e repouso.
Isso que um contraste para o outro quadro vivo ao qual eu tinha visto
pôr-do-sol!
A recordação do compromisso que eu tinha quebrado voltou em mim
vingadoramente, como sorriu ela, e sustentou meu manuscrito antes de eu olhar
a. Com aquela recordação lá devolvida, também--mais escuro que já--o
dúvidas ominosas desde as quais tinham deprimido me mas alguns horas. Eu tentei
firmar minha voz, e sentia como eu fali no esforço, como eu falei
o dela:
"Vá você me, Clara, para ter o privado de seu passeio, perdoa
para-dia? Eu tenho medo eu tenho mas uma desculpa ruim--"
"Então não faça isto, Manjericão,; ou espera até que o papai possa organizar isto para você,
de um próprio modo parlamentário, quando ele volta da Casa de
Para-noite de Câmara dos Comuns. Veja como eu tenho me intrometido com seus documentos; mas
elas estavam em tal confusão eu realmente tinha medo algumas destas folhas
poderia ter estado perdido."
"Nem as folhas nem o escritor merecem meio as dores que você tem
levado com eles; mas eu sinto realmente muito por quebrar nosso compromisso. EU
conhecido um velho amigo de faculdade--havia empresarial também, pela manhã--nós
jantado junto--ele não levaria nenhuma negação."
"Manjericão, como pálido você olhar! Você está doente?"