Capítulo 34
as necessidades do Estado, e o padre está estando de pé como um
assunto do rei.
Frontenac não era nenhum teorista, e provavelmente teria escrito
um tratado pobre nas relações de Igreja e Estado. A
o mesmo tempo, ele soube que o rei reivindicou certo
direitos em cima da Igreja, e ele era o tenente do rei.
Nisto mentiras a causa mais funda das dificuldades dele com o
Os Jesuítas e Laval. Os Jesuítas tinham estado na colônia
para cinqüenta anos e feltro que eles souberam o espiritual
exigências de francês e índios. As missões deles/delas
tinha sido iluminado pelo heroísmo supremo de Brebeuf,
Jogues, Lalemant, e muitos mais. A casa deles/delas em Quebec
meio-modo estado de pé entre Versalhes e a selva.
Eles estavam em aliança íntima com Laval e apoiaram o
direitos ideais e divinos da Igreja. Eles tinham achado
amigos fortes em Champlain e Montmagny. Frontenac,
porém, era leigo de outro tipo. Porém ortodoxo
as idéias religiosas dele podem ter sido, o coração dele não era
humildemente e o temperamento dele não era devoto. Intensamente autocrático
por disposição, ele achou isto fácil de identificar o próprio testamento dele
dar poder a com uma defesa de prerrogativa real contra o
invasões da Igreja. Era uma atitude que
pode procriar dificuldade, para o Ultramontanes,
tido armas de defesa que eles souberam bem usar.
Tendo estes motivos ulteriores à vista, a acrimônia de
A disputa de Frontenac com Laval não é surpreendente. Justamente
ou injustamente, o governador segurou que o bispo era
servil aos Jesuítas, enquanto a planície de Colbert
instruções exigiram para o governador que mantivesse os Jesuítas
em cheque. De tal um ponto de partida o adicional
desenvolvimentos eram quase automáticos. Laval achou em seu
retorno que Frontenac tinha extorquido do clero incomum
e honours excessivo durante serviços de igreja. Isto
fornecido um assunto de debate aquecido e uma atração por
ambas as festas para o rei. Depois de consideração cheia
Frontenac recebeu ordens para descansar conteúdo com o mesmo