Capítulo 7
assim limitado pelos fatos inflexíveis de geografia. E
uma ilustração melhor é achada na operação do
sistema de seigneurial no qual sociedade canadense era baseada.
Em França um feudalismo atrasado segurou ainda o homem comum
em seu aperto, e no Canadá estavam as formas de feudalismo
pelo menos parcialmente estabelecido. Ainda o habitant canadense
vivido em uma atmosfera muito diferente disso respirado
pelo camponês normando. O seigneur canadense tiveram um
abundância de área medida em acres e pouco dinheiro. A concessão dele estava dentro
a forma de terra de uncleared que ele só poderia fazer
valioso pelo labuta dos inquilinos dele ou censitaires.
A dificuldade de achar os colonos bons fez isto importante
lhes dar condições de favourable. O habitant tiveram um duro
vida, mas as obrigações dele para o seigneur dele não eram
oneroso. O homem que morou em uma tronco-cabana entre os tocos
e poderia caçar à vontade pela floresta não era um servo.
Embora as condições de vida o mantivessem perto da casa dele,
Canadá quis dizer para ele uma liberdade nova.
Mais livre de tudo eram o bois de de de coureurs, esses ousar-diabos,
da selva em que enche tal um lugar grande o
história do comércio de pele e de exploração. O Frenchman
em todas as idades provou o amor dele de perigo abundantemente e
aventura. Ao longo do St Lawrence de Tadoussac para o
Sault St Louis seigneuries orlaram o grande rio, como
eles orlaram os bancos de seu tributário, o Richelieu.
Esta era a zona de cultivo em qual tronco-casas
rendido, depois de um tempo, para cabanas branco-lavadas. Mas
sobre o Sault St Louis tudo eram selva, se um
ascendido o St Lawrence ou virou a Ile Perrot em
o Lago de Duas Montanhas e a Ottawa. Para jovem e
almas ousadas a floresta significou a excitação de descoberta,
a licença de vida entre os índios, e a esperança de
fazendo mais que poderia ser ganho pelo habitant de
a fazenda dele. Lucros grandes significaram riscos grandes, e o coureur
bois de de levaram a vida dele na mão dele. Até mesmo se ele escapasse