Capítulo 67
feito, e me falou eu estava propondo só isto inchar meu cliente
conta. Afiado como era ele, ele estava lá errado. O documento não era
ser tirado para ganhar dinheiro de Sr. Frank, mas ganhar tempo
de Sr. Davager. Me serviu como uma desculpa tirar o
pagamento das quinhentas libras até três horas no
Tarde de terça-feira. A manhã de terça-feira que Sr. Davager disse que ele deve
dedique à diversão dele, e me perguntou que visões seriam vistas
no bairro da cidade. Quando eu tinha lhe falado, ele lançou
o palito dele em minha grelha, bocejou, e saiu.
Eu toquei a campainha uma vez--esperou até que ele tivesse passado a janela--e
então cuidado o Tom. Havia minha jóia de um menino no
lado oposto da rua, há pouco colocação o andamento de topo dele no
maneira mais brincalhona possível. Sr. Davager caminhou fora para cima o
rua para o mercado-lugar. Tom chicoteou o topo dele rua acima
para o mercado-lugar, também.
Em um trimestre de uma hora voltou ele, com todos sua evidência
colecionado em um estado graciosamente claro e compacto. Sr. Davager
há pouco tinha caminhado para uma público-casa externo a cidade, em uma pista,
conduzindo ao highroad. Em um banco fora da público-casa
lá sentado uma fumagem de homem. Ele disse "certo?" e deu uma carta
para Sr. Davager que respondeu "certo!" e caminhou atrás para o
hospedaria. No corredor ele ordenou rum-e-água quente, charutos, chinelos,,
e um fogo a ser iluminado no quarto dele. Depois disso foi ele escada acima,
e o Tom foi.
Eu vi minha estrada agora clarear antes de mim--não muito longe em, mas ainda
claro. Eu tinha morado a carta, em toda a probabilidade para isso,
noite, aos Braços de Gatliffe. Depois de dar gorjeta a Tom, eu o dei
direções para jogar sobre a porta da hospedaria, e se refresca
quando ele estava cansado no azedo-loja oposto, comendo até ele,
contente, na compreensão com a que ele encheu todo o tempo
o olho dele na janela. Se Sr. Davager saísse, ou Sr. Davager
amigo chamou nele, o Tom era me deixar saber. Ele também era levar
uma pequena nota de mim para a camareira de cabeça--um velho amigo de