Capítulo 76
amigos indagando como "O Pintor-homem que cavalgou a Cidade
Conselho."
PRÓLOGO PARA A TERCEIRA HISTÓRIA.
Era um dia triste para mim quando Sr. Lanfray, de Lugar de Rockleigh,,
descobrindo que o saúdes da filha mais jovem dele requereram um morno
clima, afastado do estabelecimento inglês dele para o Sul de
França. Perambulando de lugar para colocar, como me obrigam fazer, entretanto,
Eu tenho muitos conhecimentos, eu mantenho mas poucos amigos. A natureza de
minha chamada é, eu estou bastante atento, principalmente responsável para isto.
Não podem ser culpadas para as pessoas por esquecer de um homem que, em partir
as casas deles/delas, nunca pode lhes falar com certeza quando ele for provável
estar novamente no bairro deles/delas.
Sr. Lanfray era um das poucas pessoas excepcionais que sempre
se lembrado de mim. Eu tenho provas do interesse amigável dele dentro meu
bem-estar na forma de cartas que eu entesouro com grato
cuidado. O último destes é um convite para a casa dele dentro o
Sul de França. Há pouca chance no momento de meu ser
capaz ganhar pela bondade dele; mas eu gosto de ler o convite dele
de vez em quando, para isto me faz imaginar, em meus momentos mais felizes,
que eu realmente posso um dia possa aceitar isto.
Minha introdução para este cavalheiro, em minha capacidade de
retrato-pintor, não prometa muito para mim em um profissional
ponto de vista. Eu fui convidado a Rockleigh--ou para "O Lugar", como
foi chamado mais freqüentemente entre as pessoas do município--para
leve uma semelhança em água-cor, em uma balança pequena, do francês,
governanta que viveu com as filhas de Sr. Lanfray. Minha primeira idéia
em ouvir falar disto era, que a governanta estava a ponto de a deixar
situação, e que os alunos dela desejaram ter um comemorativo dela
na forma de um retrato. Porém, investigação subseqüente informou
eu que eu estava em erro. Era o primogênito de Sr. Lanfray
filhas que estavam no ponto de deixar a casa para acompanhar
o marido dela para a Índia; e era para ela que o retrato teve