Capítulo 22
os pondo nos bolsos dele, ele ascendeu os dois ou três passos que
conduzido o entreaberto atrás porta de jardim. Chegado na passagem, ele pôde
há pouco os ouça falando escada acima. Eles foram absorvidos indubitavelmente ainda dentro
as dificuldades deles/delas; ele teve só o criado a medo. O espirrando de
molhe na cozinha o informou que ela estava seguramente ocupada dentro
lavando. Lentamente e suavemente ele abriu a porta de parlour de parte de trás, e estola
pelo quarto para a cadeira do enfermeira.
Um das mãos dela ainda descansou na criança. O risco sério era o
risco da se despertar, se ele perdeu a presença dele de mente e acelerou isto!
Ele olhou ao relógio americano no consolo da lareira. O resultado
o aliviado; não era tão tarde como tinha temido ele. Ele se ajoelhou, para
o, tão quase quanto possível em um nível com o enfermeira, firme
joelhos. De cada vez, pela amplitude de um cabelo ele adquiriu ambas as mãos abaixo o
criança. De cada vez, pela amplitude de um cabelo ele puxou a criança longe dela;
deixando a mão dela descansando no colo dela através de graus tão gradual que o
dormente mais claro não poderia ter sentido a mudança. Aquele terminado (trancando
acidentes), tudo eram terminados. Mantendo a criança que descansa facilmente na esquerda dele
arme, ele teve a mão direita dele livre fechar a porta novamente. Chegado ao
passos de jardim, uma mudança leve ignorou a criança dormente
face--a pequena criatura delicada tremeu como isto sentia o fluxo cheio de
o ar aberto. Ele se deitou suavemente em cima de sua face um canto do artigo de lã
mantô no qual foi embrulhado. A criança repousou quietamente como no braço dele
como se ainda tivesse estado no colo do enfermeira.
Por um minuto mais que ele estava ao empalidecer. A mulher subiu para o receber,
com o primeiro sorriso que tinha cruzado a face dela desde que eles tinham partido
Londres.
"Assim você tem o bebê", ela disse, "Bem, você _are_ um fundo!"
"Leve", ele respondeu irritably. "Nós não temos um momento para perder."